Se fosse botão de rosa, flor e perfume.
Mas não.
Se fosse botão de liga-desliga, acende-apaga, sobe-ou-desce.
Mas não.
Um a um,
desvestindo pele,
corpo,
estrelas.
Querer sem nome,
fome sem pão,
a dúvida e o não.
Ai essa rima pobre, esse ritmo cansado
– que cansaço de escrita, que história sem fim!
Numa cartografia inversa, descubro céu e sol.
Tudo
para afastar daqui dali de lá,
a visão daquele último botão.
Para esquecer que,
em segredo,
rimas e dedos,
medos e credos,
rasgam mapas,
esquecem a política,
a (des)ordem mundial.
E:
só mais um,

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *