O dedo da mão,
nos dedos dos pés,
o lábio e a boca
o braço e o abraço:
ali,
na curva da nuca
trovejavam estrelas feito buraco-negro com medo do escuro.
Atrás dos joelhos, perdões e promessas,
das costas desciam versos e vozes
úmidas
entrecortadas
fendas em sílabas
líquidas
lânguidas
lascivas
linhas em curvas,
(i)móveis.

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