No primeiro sopro, o rubro:
boca dentes madura língua sangue
a nota solta a respirar
sôfrega sombra no preto sustenido:
lenta louca lânguida
feito pernas abertas
saia e vestido síncope e batida.
Dos pés estanques,
a mão
o não
o chão. os olhos fechados
vendados
o rubro pela nuca ouvidos vertidos (in)vestidos na voz voraz
“tangerinas”
ouviu deslizar-se em algum cheiro do seu ventre
dos seios entre as mãos.
azul
sentiu nas axilas.
vermelho doía-lhe entre os lábios.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *