Antes de tudo, uma alegria amanhecida:
era uma carta escrita em pétalas de jasmim.
Não.
Não era assim.
Depois de tudo, uma sonolenta teoria
desenhada no papel que embrulhava o pão.
Não.
A alegria, a teoria, o jasmim, o pão
tudo
todos
ali,
naquele vaso.
Mergulhados entre mar e manhãs.
No meio de tudo,
as mãos, os braços,
o vento ventava saias e cabelos,
e ela
dentro
lenti
fi
cada.
Era nesse lento desejo de estar
antes, depois, e agora,
que ela deixava-se ficar.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *